Maricá/RJ,

Festival Integrante de La Red Nuestra América de Festivales Internacionales de Poesía.


PAZ


PAZ

Pai, perdoai-lhes, eles não sabem o que dizem..
Esta ímpar mensagem que de geração a geração
Em tantos e tantos homens não atinge o coração.
E se digladiam por fúteis motivos, que bobagem!

Deus, ao escolher Noé, repovoar o mundo!
Legou-nos pelas cores arcoíricas, jamais destruir a Terra.
E o ser humano não entendeu amor tão profundo,
Transfigurado, respira desigualdade, ódio, guerra.

Judeia, Nazaré, Rio Jordão, Belém, Jerusalém.
Onde as mãos DELE transformaram um pão em cem.
Espargindo amor, perdão, semeando milagres.
Lá, água se tornou vinho, hoje lágrimas por tantas cruzes.
Entre granadas, bombas, foguetes e obuses.
Chega de Pearl Harbor, Hiroshima, Bush, Bin Laden e Hussein.

E esta pequena palavra nas celebrações proferida,
A mim me parece atualmente tão esquecida?
Drogas, assassinatos, roubos, sangue inocente,
Tenho certeza, ELE não se esqueceu da gente!
Pax, Paix, Pace, Peace, Shalom, Paz.
Quanto bem esta palavrinha nos traz.
Bom seria não existir advogados, promotores, cadeias, fórum.
E todos seguíssemos os ditames DELE...:
JESVS NAZARENVS REX IVDAEORVM.

AFONSO ADAIL DE SOUSA (Nova Lima - Minas Gerais)
LAR DOS IDOSOS “NOSSA SENHORA DE LOURDES”

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